Categoria Calendário da Diversidade

Mês do Orgulho LGBTQI+

 28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTQI+, data celebrada e lembrada mundialmente, que marca um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, no bairro de Greenwich Village, em Nova York, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.

O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTIQI+ durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano. ⚠ Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a maior do mundo, foi realizada e transmitida pelo Youtube, com inúmeros convidados, no dia 14 de Junho.

A ONG Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, organizadora dos eventos do Mês do Orgulho LGBT+ e da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, informa que devido à crise causada pela Covid-19 (Coronavírus), diante do calendário de eventos da Cidade de São Paulo para o segundo semestre, em função das alterações dos próximos feriados de julho e novembro, e como não haverá mais feriados prolongados, foi alterada a data da 24ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para 29 de Novembro de 2020, respeitando as comemorações da Semana da Consciência Negra.

Há ainda uma parada global marcada para o dia 27, transmitida ao vivo durante 24 horas, e que promete ter a participação de líderes globais, popstars e drag queens.


Agora que você já sabe como surgiu o Mês do Orgulho LGBTQI+, continue acompanhando o conteúdo dos próximos dias, onde falaremos sobre sobre as conquistas, artistas, a importância dos Comitês de Diversidade nas organizações e exemplos práticos. Vem com a gente! 

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado no dia 02 de abril e foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), quando cartões-postais de todo o planeta se iluminam de azul — no Brasil, o mais famoso é o Cristo Redentor — para lembrar a data e chamar a atenção da mídia e da sociedade para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Em 2020, pela primeira vez, a comunidade envolvida com a causa do autismo no Brasil todo segue, unida, em uma campanha nacional com tema único: “Respeito para todo o espectro”, para celebrar a data, usando a hashtag #RESPECTRO nas redes sociais.

O QUE É AUTISMO?

O autismo — nome técnico oficial: Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) — é uma condição de saúde caracterizada por déficit em duas importantes áreas do desenvolvimento: comunicação social e comportamento. Não há só um tipo de autismo, mas muitos subtipos, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa. Tão abrangente que se usa o termo “espectro”, pelos vários níveis de comprometimento — há desde pessoas com outras doenças e condições associadas (comorbidades), como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram diagnóstico.¹

¹ Fonte: Revista Autismo

Cerca de 80% das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) adultas está desempregada. A estimativa é da Organização das Nações Unidas Site externo (ONU) e revela um cenário de preconceito e desconhecimento. 

Respeitar as pessoas com autismo é eliminar preconceitos e oferecer condições de trabalho para que cada uma possa mostrar o seu potencial.

Dia Internacional da Visibilidade Trans

OUVIMOS MUITO SOBRE TRANSGÊNEROS. MAS VOCÊ SABE O QUE É SER TRANS? EXPLICAMOS.

Transexualidade refere-se à condição do indivíduo cuja identidade de gênero difere daquela designada no nascimento e que procura fazer a transição para o gênero oposto através de intervenção médica, podendo ser redesignação sexual ou apenas feminilização/masculinização dependendo do gênero a ser transicionado¹.

Você sabia que a bandeira do orgulho transgênero foi criada em 1991, por Monica Helms, uma mulher trans norte-americana? O símbolo foi usado pela primeira vez em uma parada do orgulho LGBT em Phoenix, Arizona, em 2000.


Possui duas listras azuis, duas listras cor-de-rosa e uma faixa central branca. Passando a mensagem de que não importa o caminho que você siga, ele é sempre correto, o que significa que encontramos o caminho de nossas vidas.

Imagem do céu com uma bandeira em movimento, contendo duas listras azuis, duas listras cor-de-rosa e uma faixa central branca.

O QUE SIGNIFICA A DATA?

A data foi criada em 2009 pela ativista trans Rachel Crandall.  Na época, ela comentou para o portal Pride Source que estava incomodada porque a comunidade trans era lembrada apenas como as vítimas de crimes transfóbicos.Precisamos dar voz, rostos, contar as histórias e empoderar esta população tão marginalizada pela sociedade. Dar visibilidade significa reforçar a existência, exaltando e celebrando as conquistas que existem dentro da comunidade trans.

DISCRIMINAÇÃO? INTOLERÂNCIA? TRANSFOBIA?

A melhor maneira de promover a conscientização é por meio da busca por informações, do respeito e do fortalecimento de lugares de fala – ouvindo quem de fato tem a dizer e mostrar sobre as múltiplas formas de simplesmente ser.

A visibilidade das pessoas trans e travestis começa com o respeito às identidades de cada pessoa.
O Brasil continua o país mais violento do mundo contra a população T, conforme os relatórios anuais da Associação Nacional de Travestis e Transexuais – ANTRA.

O enfrentamento ao preconceito deve começar pelo respeito. Em nossos próximos artigos, aqui no blog, você poderá acompanhar conteúdos sobre a comunidade LGBT+ e entender melhor o cenário atual.

Para refletir: Quantas pessoas trans fazem parte da sua vida?

Fontes: 

¹  transequality.org

 

Dia Mundial da Síndrome de Down

Esta data proposta pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, pois se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21.
A primeira comemoração da data foi em 2006 e tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, o seu bem-estar e a inclusão das pessoas com Down na sociedade.
 
A síndrome de Down não é uma doença, mas sim uma mutação do material genético humano.
 
Se você é pai ou mãe de uma pessoa com síndrome de Down, o mais importante é descobrir que seu filho pode alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia. Ele é capaz de sentir, amar, aprender, se divertir e trabalhar.
 
O ❤️ não conta cromossomo!!!
 
Conheça a Afad Porto Alegre, Associação dos Familiares e Amigos do Down de Porto Alegre, nossos parceiros de longa data.
 

Assista ao EP1 da websérie Diálogos Inclusivos com a participação de associados da AFAD Porto Alegre: 

Como ocorre a trissomia?

Os cromossomos carregam milhares de genes, que determinam todas as nossas características. Desses cromossomos, 44 são denominados regulares e formam pares (de 1 a 22). Os outros dois constituem o par de cromossomos sexuais – chamados XX no caso das meninas e XY no caso dos meninos. O que ocorre, então, para um bebê apresentar 47 cromossomos, em vez de 46, e ter síndrome de Down?

Por alguma razão que ainda não foi cientificamente explicada, ou o óvulo feminino ou o espermatozoide masculino apresentam 24 cromossomos no lugar de 23, ou seja, um cromossomo a mais. Ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária, somam 47. Esse cromossomo extra aparece no par número 21. Por isso a síndrome de Down também é chamada de trissomia do 21. A síndrome é a ocorrência genética mais comum que existe, acontecendo em cerca de um a cada 700 nascimentos, independentemente de raça, país, religião ou condição econômica da família. 


Vamos juntos na luta pela inclusão?

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