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O Oscar 2021 e a importância da representatividade da cultura surda

A cultura surda ganhou merecido destaque na noite de ontem (25), através da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas que homenageou os melhores filmes lançados entre 1 de janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2021.

Entre as obras indicadas, esteve “O Som do Silêncio”. Lançado nos cinemas em novembro de 2020 e disponível na Amazon Prime, retrata a história de Ruben (Riz Ahmed), um baterista e ex-viciado que vivencia a perda auditiva e entra em desespero por medo de perder suas duas grandes paixões: a música e a namorada, Lou, também integrante da banda de heavy metal.

A edição deste ano contou com Marlee Matlin, única atriz surda da história premiada com um Oscar, por seu trabalho em “Filhos do Silêncio” (1986), anunciando os indicados e vencedores de duas categorias da premiação: melhor documentário e melhor documentário em curta-metragem. Porém, a produção do evento cometeu uma gafe ao cortar a apresentação de Marlee durante o anúncio de um dos vencedores, impossibilitando que pessoas com deficiência auditiva pudessem assistir o anúncio por completo.

A premiação ainda contou com “Feeling Through”, primeiro filme a ter um protagonista surdocego concorrendo como melhor curta-metragem, porém não foi premiado no evento.

Mas o que significa a Cultura Surda?

Como podemos ver em “O Som do Silêncio“,  a privação do sentido da audição não inviabiliza a interação linguística, a participação social ou a produção cultural das pessoas surdas.

A cultura surda, a qual nos referimos no início do post, é o conjunto de características que tornam uma pessoa parte da comunidade surda ou do povo surdo, permitida principalmente pelo uso da língua de sinais. Pode-se entender cultura surda por códigos próprios dos surdos, suas formas de organização, de solidariedade, de linguagem, de juízos de valor, de arte, etc.

Abaixo, você pode conferir como é o relacionamento de uma pessoa surda com uma pessoa ouvinte:

Em fevereiro de 2020, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgou estatísticas sobre os surdos no Brasil, uma pesquisa informando que mais de 10 milhões de pessoas tem algum problema relacionado a surdez, ou seja, 5% da população é surda no Brasil. Destes, 2,7 milhões não ouvem nada.

Tanto o surdo como qualquer outra pessoa têm o direito à comunicação. Esse fator é essencial para melhorar as estatísticas sobre inclusão social dos surdos. Sendo assim, o ideal seria que os ouvintes que convivem com eles aprendessem Libras, a língua de sinais brasileira, para poderem manter um diálogo saudável e funcional com os surdos que se comunicam dessa forma.

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Conheça o Recital de Poesia em Libras – Mãos que Contam

Você já parou para refletir o quando a cultura não é inclusiva? Como ela não é acessível a todes? As inúmeras barreiras para que pessoas com deficiência possam consumir arte de modo geral? Cinema, shows, teatro, recital de poesia, etc.

Foi pensando nas pessoas surdas e seu pouco acesso à arte, dependendo muitas vezes de favores de familiares para resumirem ou traduzirem os poemas, para sentirem esta manifestação da arte local, que Evertom Waltrick, produtor cultural na Catálise Criativa, articuladora cultural social que promove a transformação social através da Economia Criativa,  poeta e letrista nativista, produziu o Mãos que Contam – Recital de Poesia com as Mãos, viabilizado com recursos da Lei Federal n° 14.017,de 29 de junho de 2020, no Município de Lages.

Assista pelo link abaixo:

O vídeo começa com logotipo de empresas parceiras, como a Desenvolver Inclusão & Diversidade e de envolvidos na produção do projeto. Após, inicia com a intérprete de Libras, Mariana Gonçalves interpretendo a poesia falado durante o vídeo.

Nós da Desenvolver Inclusão & Diversidade colaboramos através da presença da intérprete de Libras Mariana Gonçalves.

O projeto contempla 10 vídeos com diferentes poetas e poemas que você poderá acompanhar pelo canal Catálise Criativa, no Youtube.

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Conquistas Femininas no Brasil

No mês de Março, celebramos as lutas e conquistas femininas pelo mundo. São anos e anos de muitos esforços e resultados.

Onde você trabalha ou até mesmo nas empresas a quem você presta serviços, olhe para os lados e observe quantas mulheres há naquele espaço.  

Para chegar onde chegamos, sempre houve um grupo de mulheres lutando pelos direitos. E é sobre esses direitos conquistados que iremos falar.

Você sabia que antigamente as mulheres não poderiam portar um cartão de crédito? E que mulher jogar futebol já virou caso de polícia? Selecionamos, abaixo, alguns direitos conquistados ao longo dos anos, pelas mulheres no Brasil.

1827 – Meninas são liberadas para frequentarem a escola
Foi apenas em 1827, a partir da Lei Geral – promulgada em 15 de outubro – é que mulheres foram autorizadas a ingressar nos colégios e estudassem além da escola primária.

1879 – As mulheres brasileiras conseguem o direito de frequentar instituições de ensino superior, mesmo sob críticas da sociedade.

1910 – O primeiro partido político feminino é criado
O partido reivindicava o direto ao voto e à emancipação feminina. Mais tarde, em 1917, as lideranças desse partido organizaram uma marcha com a presença de noventa mulheres.

1932 – Mulheres conquistam o direito ao voto
Em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, a mulher brasileira conquistou o direito ao voto.
Embora 1932 tenha sido um ano importante para a participação feminina na vida pública, a luta começou bem antes. De fato, não era apenas por um voto que as mulheres, ao longo dos anos, lutavam. O grande pano de fundo da insatisfação feminina, na verdade, era a própria cidadania. A exclusão da mulher do exercício dos direitos políticos enquadrava o grupo feminino como cidadãs de 2ª classe, que tinham sua representatividade cerceada pelos interesses masculinos.

1974 – Mulheres conquistam o direito de portarem um cartão de crédito
Em 1974 foi aprovada no Brasil uma lei de “igualdade de oportunidades de crédito”. Até lá uma mulher solteira não podia ter cartão de crédito, e as casadas precisavam da assinatura do marido.

1977 – A Lei do Divórcio é aprovada
Em 26 de dezembro de 1977, finalmente foi sancionada a lei que instituiu o divórcio no país.
Fruto de uma emenda constitucional proposta pelo Senado, a Lei do Divórcio (Lei 6.515/1977) permitiu uma profunda mudança social no Brasil. Até então, o casamento era indissolúvel. A maridos e esposas infelizes só restava o desquite — o que encerrava a sociedade conjugal, com a separação de corpos e de bens, mas não extinguia o vínculo matrimonial.
Fonte: Agência Senado

1979 – O futebol deixou de ser proibido para as mulheres no Brasil

 “Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país”, assim dizia o decreto-lei 3.199 de 14 de abril de 1941. O artigo foi criado durante a Era Vargas e vigente até 1983.
Em 1979, a regra que impedia a prática do futebol feminino foi revogada pelo Conselho Nacional de Desportos. Porém, foi só em 1983 que ocorreu a regulamentação da modalidade no Brasil.

1985 – É criada a primeira Delegacia da Mulher

São Paulo, 6 de agosto de 1985, data em que foi criada, como resultado de muito esforço a partir da luta de mulheres que se organizaram dentro da sociedade, a primeira Delegacia de Defesa da Mulher no país. Iniciativa pioneira no mundo, teve Rosmary Corrêa como delegada titular.

Quase 40 anos depois, cerca de 90% das cidades brasileiras ainda não possuem uma delegacia de defesa da mulher.

1988 – A Constituição Brasileira passa a reconhecer as mulheres como iguais aos homens

A nova Constituição, teve como consequência a  emancipação política, civil e social da mulher, levando o constituinte, não somente a conceder uma igualdade, porém, muito mais, a reconhecer uma paridade conquistada a duras penas e com inumeráveis anos de atraso.

2006 – É sancionada a Lei Maria da Penha
A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com 46 artigos distribuídos em sete títulos, ela cria mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher em conformidade com a Constituição Federal.
 Assim ficou conhecida em homenagem à cearense de mesmo nome, agredida pelo ex marido durante 6 anos.
A lei Maria da Penha trouxe punições mais severas e dentre os principais avanços, estão as medidas de proteção como a determinação de afastamento do lar e proibição de aproximação por quaisquer meios de comunicação.

2015 – É aprovada a Lei do Feminicídio
Quando aprovou a Lei do Feminicídio, sancionada em março de 2015, o Congresso deu um passo importante para resguardar a mulher da brutalidade do seu agressor. O feminicídio qualifica o assassinato quando a mulher é morta por questões de gênero.
Começamos o ano de 2021 com relatos de inúmeros casos de feminicídios no país, infelizmente.

A questão que fica é, a Lei está falhando como política pública porque está aumentando a violência ou está tendo sucesso porque está identificando de forma mais clara o que é violência?


  2018 – A importunação sexual feminina passou a ser considerada crime
Sancionada em setembro de 2018, a lei passou a garantir proteção à vítima quanto ao seu direito de escolher quando, como e com quem praticar atos de cunho sexual. A importunação sexual é considerada crime comum, que pode ser praticado por qualquer pessoa, seja do mesmo gênero ou não.

Quais serão os próximos passos? Quais desses direitos você sente que ainda faltam na prática, no dia a dia?

 

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Processo seletivo: como garantir a satisfação do candidato?

Por que é tão importante garantir a satisfação do cliente no processo seletivo? Imagem parcial de dois homens, frente a frente, sentados e conversando.

Um processo seletivo deve ser algo agradável para ambos os lados. Além da importância da satisfação do candidato, que por muitas vezes é sua primeira experiência, está em jogo também a imagem da marca.

Para atrair e manter com sucesso uma força de trabalho diversificada, os líderes devem evoluir seus processos de contratação – e é um dos vários motivos pelos quais a empatia se faz tão necessária nas organizações.

Identificar competências e habilidades singulares de cada pessoa e aplicar as necessidades da empresa é uma tarefa nada simples.
Para termos sucesso nessa condução, é importante que o candidato sinta-se acolhido em todo o processo.

Estamos cientes das dificuldades de muitas empresas e profissionais ao longo do processo seletivo. Pensando nisso, selecionamos 5 dicas para engajar candidatos em seu programa de inclusão e diversidade:

1- Descreva a vaga de forma CLARA e OBJETIVA.
2 – Cumpra com os horários de entrevistas e processos. Em tempos em que o tempo é uma das moedas mais preciosas, não deixar candidatos esperando é um sinal de respeito significativo.
3 – Priorize CAPACIDADE e não limitações: portanto, não enfatize o que o candidato não sabe fazer, mas a funcionalidade que possui e quais recursos adaptativos, de tecnologia assistiva necessita.
4- Proporcione representatividade diversa em seus recrutadores (gênero, raça, credo, não binários, etc). Ver pessoas e seus similares gera familiaridade.
5 – Por último, não menos importante, trate o outro como gostaria de ser tratado.

Agora que você já sabe a importância da experiência do candidato e acompanhou nossas dicas, coloque-as em prática!

Possui dificuldades na contratação de candidatos para o seu programa de inclusão e diversidade? conheça nossos serviços especializados e disponíveis em formato online, para qualquer lugar do mundo.
desenvolver-rs@desenvolver-rs.com.br

 

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Mês da Visibilidade Trans

O dia 29 de Janeiro é conhecido como Dia Nacional da Visibilidade Trans no Brasil.
Mas o que isso significa?

Neste dia, no ano de 2004, pessoas transgêneros, travestis e transexuais, foram ao Congresso Nacional para falar aos parlamentares brasileiros sobre a realidade dessa população.

Para entender a importância da data, precisamos antes entender o termo “trans”.
Começamos por entender a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero.

♂️ ♀️ Enquanto o sexo biológico define com qual aparelho reprodutor uma pessoa nasceu, gênero é a palavra usada para definir os códigos sociais que existem para definir o que é masculino ou feminino.

Uma pessoa que nasceu com sexo feminino, mas se identifica e vive como um homem é um “homem transgênero”, ou homem trans.

Uma pessoa que nasceu com sexo masculino, mas se identifica como uma mulher, é uma “mulher transgênero”, ou mulher trans.

Apesar de alguns avanços, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), aponta – com base em levantamento realizado pela organização “Transgender Europe“ – o Brasil como o país que mais mata a população trans no mundo, sendo o número de assassinatos três vezes maior do que o do segundo colocado, o México.

Acreditamos que entender e respeitar é o primeiro passo para auxiliar na visibilidade das pessoas que são marginalizadas pela sociedade. A data é simbólica, pois discutir as pautas dos grupos minorizados no Congresso Nacional é o primeiro pedaço de uma grande mudança.

imagem de uma mão com o desenho da bandeira da visibilidade trans. Texto: Mês da Visibilidade Trans: Mitos e Verdades

Vamos ajudar a desmistificar algumas coisas sobre pessoas transgênero?

MITO: Ser Trans é mesma coisa que ser homossexual.

VERDADE: Mulher trans e travesti pode ser lésbica, bissexual, heterossexual, demissexual, assexual, etc.

MITO:  Trans não sentem atração física por pessoas do mesmo sexo.

VERDADE: Homens trans podem ser hétero, gay, bissexual, demissexual, assexual, etc.

Ou seja, pode ter qualquer orientação sexual que desejar. Entendeu?

Pois ORIENTAÇÃO SEXUAL é diferente de GÊNERO.

HOMENS TRANS TAMBÉM ENGRAVIDAM: FATO!

A novela “Força do Querer” mostrou Ivan, homem trans, durante a gestação e deixou muita gente confusa. 

Segundo especialistas, normalmente é preciso planejar.

Pois antes e durante a gravidez, o homem trans precisa parar de usar hormônios masculinos por pelo menos alguns meses. O intuito é que a pessoa volte a ter um equilíbrio hormonal feminino, justamente para conseguir ovular, e esse óvulo ser fecundado e nidar no epitélio uterino, finalmente gerando um feto e uma gravidez.

 

E aí, gostou? Compartilha com seus colegas, amigos, familiares 😉

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Movimento Aya apresenta Workshop Atitudes Antirracista na TV

Em meio à pandemia, muitas pessoas buscaram a oportunidade de iniciar o próprio negócio com o objetivo de gerar uma renda. O apoio ao Microempreendedor Individual foi assunto do Programa da MGTV, de Minas Gerais, com a participação dos nossos parceiros do Movimento Aya contando sobre o projeto, Workshop Atitudes Antirracistas, realizado em parceria com a Desenvolver Inclusão & Diversidade e com o apoio da Bem Promotora.

No mês da consciência negra, nós da Desenvolver Inclusão & Diversidade, em parceria com o Movimento Aya promovemos um workshop online “Atitudes Antirracistas: História, Filosofia e Agora!

Uma oportunidade única de aprendizado, com dois ativistas que juntos rodam o Brasil para ensinar e contar impactos do racismo nas trajetórias de vidas negras, na ocasião aprenderemos junto o MANUAL ANTIRRACISTA!

Abaixo, clique na imagem e acesse o link com o programa na íntegra na plataforma Globoplay.

Gostaria de receber mais informações sobre o Workshop “Atitudes Antirracistas: História, Filosofia e Agora!”? envie um email para desenvolver-rs@desenvolver-rs.com.br.

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Virada Sustentável com Acessibilidade

Com o tema Refuturo: repense, recrie, regenere 2020, a Virada Sustentável Porto Alegre se reinventou e se adequou às novas práticas trazidas pela pandemia de Covid-19.

Mantendo a diversidade em suas atividades, a Virada Sustentável Porto Alegre ainda ampliou os cenários, levando o palco também para o ambiente digital, com a presença de 2 intérpretes de libras, representando a Desenvolver Inclusão & Diversidade, levando acessibilidade a todos durante as apresentações.

Cerca de 190 mil pessoas foram diretamente impactadas com as instalações nas ruas, na internet, pela TVE e na FM Cultura. Com estúdio próprio de gravação, a Virada exibiu ao vivo ou produziu previamente 33 programas que foram veiculados na TVE.

 

No vídeo acima, há imagens coletadas durante a Virada Sustentável Porto Alegre 2020, com trechos de gravações em estúdio, bastidores, imagem da Parque da Redenção de Porto Alegre e outros pontos turísticos com intervenções realizadas durante os dias do evento.

Os vídeos online, principalmente ao vivo, cresceram muito em 2020, representando mais de 80% do tráfego mundial da internet. 

Porém, ainda grande parte deste conteúdo disponibilizado em vídeo não oferece acessibilidade à comunidade surda. 

Uma das formas de tornar acessível às pessoas surdas é através da presença de um profissional de interpretação em Libras – Língua Brasileira de Sinais.

Solicite mais informações sobre nossos serviços de acessibilidade em vídeos e em eventos ao vivo.

desenvolver-rs@desenvolver-rs.com.br

 

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Integração X Inclusão: entenda os conceitos

Antes de falarmos em diversidade, precisamos falar sobre alguns termos usados erroneamente no dia a dia.

Você sabe a diferença entre integração e inclusão?

A integração, pelo viés sociológico, representa a introdução de indivíduos ou grupos em contextos sociais maiores, com padrões e normas mais gerais.

Socialmente, a inclusão significa um ato de equidade entre diferentes indivíduos que habitam determinada sociedade. Ou seja, tratamento e oportunidades iguais a todos.

Tendo conhecimento destes conceitos, conseguimos enxergar e entender quando a contratação de pessoas com deficiência não passa da integração. Em que a pessoa contratada precisa se adaptar ao local, sem receber oportunidades iguais, direitos e privilégios. Mantendo determinado grupo isolado, sem derrubar barreiras nos ambientes corporativos. 

Já a inclusão é um processo onde é preciso ocorrer a ruptura de um sistema que discrimina e também uma mudança cultural profunda envolvendo todas as partes.

🔴 Integrar é quantidade, incluir é qualidade!

Por esse motivo, a contratação com intenção de preencher cotas não é suficiente. Que tipo de tratamento estas pessoas estão recebendo nas empresas, nas escolas, na sociedade?

Considerando todas estas questões, foi que construímos nosso primeiro eBook, com um objetivo muito claro: auxiliar pessoas que querem incluir, construir programas de inclusão e desenvolver estratégias de gestão de diversidade, mas não sabem por onde começar. 

Um trabalho construído com base em inúmeras vivências nesses 13 anos de trabalho. Clique abaixo e faça o download gratuito.

 

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Curta-metragem “Hair Love” ganha audiobook

Com apenas oito anos, Blue Ivy já pode incluir mais um trabalho no currículo. A filha da cantora Beyoncé e do rapper Jay-Z é a narradora do audiobook sobre o filme Hair Love, que ganhou o Oscar de melhor melhor curta de animação em 2020. A informação foi revelada na última segunda-feira, 9, pelo próprio autor.

O curta-metragem, escrito por Matthew A. Cherry, dirigido, e coproduzido com Karen Rupert Toliver, também será desenvolvido em um programa de TV animado na HBO Max chamado Young love, baseado nos personagens de Hair Love.

Hair Love conta a história de um pai, Stephen, que tenta aprender a arrumar o cabelo da filha pequena, Zuri, enquanto os dois se preparam para uma importante visita.

Os protagonistas são uma menina negra e sua família. O curta, de apenas 7 minutos, vencedor do Oscar 2020, mostra, com bastante delicadeza, como é importante haver representatividade no universo da beleza, como meninas e meninos precisam se ver nas telas do entretenimento que priorizam sempre as mesmas narrativas.

Além de trazer a questão que envolve os cuidados e a representatividade que o cabelo afro possui, o curta ainda traz à tona o debate sobre a importância do pai se envolver em tudo que diz respeito à criação dos filhos. 

Hair Love é sobre afetividade, representação e autoaceitação. 

#Pratodosverem Imagem do perfil do twitter do autor de “Hair Love”, Matthew A. Cherry com a publicação de anúncio do audiobook com a narração de Blue Ivy. Na imagem, temos os personagens principais do filme, Stephen, o pai, com Zuri em seus ombros. Ao lado, descrição dos responsáveis pelos serviços de autoria, ilustração e narração.

Você sabe a diferença entre a audiodescrição e o audiobook?

O audiodescritor Felipe Mianes, nosso parceiro no projeto Introdução à Audiodescrição nas Mídias Sociais explica. Assista agora!

Vamos conversar?

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Conheça os recursos assistivos da Microsoft

Você sabia que é possível criar legendas para vídeos através do Microsoft Stream, um dos diversos recursos acessíveis disponibilizados pela Microsoft?
 
Esse universo esplendoroso proporcionado pela internet alcançaria sua máxima magnitude se todas as pessoas, indistintamente, pudessem a ele ter acesso. Não basta ter acesso ao computador, é preciso que recursos acessíveis estejam disponíveis para todos.
 
A Microsoft apresenta como missão da empresa “empoderar todas as pessoas e organizações para conquistar mais” e destaca que “não há limite para o que as pessoas com deficiência podem alcançar quando a tecnologia reflete a diversidade de todos que a utilizam”.
 
É através de Jenny Lay-Flurrie, Chefe do Departamento de Acessibilidade da Microsoft e de uma equipe pra lá de engajada que a empresa vem inovando e pensando em todos os detalhes para que a pessoa com deficiência não seja apenas uma receptora de produtos, mas parte ativa da construção do mesmo.
tela do computador mostrando recursos acessíveis da Microsoft, como ajuste
#Pratodosverem Tela de computador mostrando alguns dos recursos de acessibilidade oferecidos pela Microsoft.

Produtos e serviços – incluindo a mídia eletrônica – são acessíveis quando são projetados para fornecer experiências completas e bem-sucedidas para o máximo de pessoas possível.

Mais de 1 bilhão de pessoas vivem com deficiência e cerca de 70% delas não são aparentes imediatamente, como a surdez. Ou seja, mais de um bilhão de pessoas precisam dos produtos assistivos para serem independentes e produtivas, mas apenas uma em cada dez tem acesso a eles.

No início de sua carreira, até cerca de 30 anos, Lay-Flurrie escondeu propositalmente sua perda auditiva severa e sempre crescente, causada originalmente por sarampo na infância e múltiplas infecções no ouvido. Naquela época, ela temia que isso a definisse. Portanto, sem aparelhos auditivos, sem intérpretes de linguagem de sinais. A legendagem de vídeo no trabalho ainda não era presente.

Mas sua dicção perfeita e habilidades excepcionais de leitura labial – aperfeiçoadas praticando no espelho quando menina – permitiram que ela escondesse a surdez. Claro, isso tornava os dias úteis cansativos. Com o tempo, Lay-Flurrie aceitou e comemorou a deficiência, embora alguns colegas ainda não soubessem que ela tinha uma.

Foi horas antes de pegar um vôo para um evento muito importante, na Califórnia, que começou a sentir um formigamento, uma sensação estranha em sua perna, por insistência de seu marido, decidiu ir para o hospital. Mal poderia imaginar que a situação seria tão grave, menos ainda que precisaria passar por uma cirurgia de emergência.

Um coágulo de sangue de dois metros de comprimento serpenteava do pé até o estômago, atingindo perigosamente parte dos pulmões. Um defeito anatômico previamente não detectado foi a causa. Nesse dia, em março de 2019, Lay-Flurrie foi internada em unidade de terapia intensiva. O voo dela foi cancelado. A cirurgia de emergência foi agendada. 

Mesmo após a cirurgia bem-sucedida e meses de recuperação, as bengalas que lhe acompanharam na saída do hospital ainda faziam parte de seu dia a dia. 

Agora, a diretora de acessibilidade da Microsoft – uma executiva de tecnologia profundamente surda –  tinha também uma deficiência perceptível. E foi a partir deste momento que surgiram diversos projetos para novos recursos que oferecessem experiência para pessoas com deficiência

Lay Flurrie, mulher adulta, loira, cabelo curto, usando óculos e com vestido preto com gola amarela. Em pé, durante uma de suas apresentações em eventos.
#pratodosverem Jenny Lay-Flurrie, loira, cabelo curto, usando óculos, com vestido preto de mangas compridas, gola amarela e segurando um objeto passador de slides em uma das mãos.

Quem pode se beneficiar com os recursos assistivos oferecidos pela Microsoft?

  • pessoas com deficiência;
  • pessoas mais velhas;
  • pessoas com doenças não transmissíveis, como diabetes e derrame;
  • pessoas com problemas de saúde mental, incluindo demência e autismo;
  • pessoas com declínio funcional gradual.

Aqui está uma lista (em inglês – se preferir, utilize o tradutor do seu navegador) de onde você pode encontrar mais informações sobre eles no Windows 10 e no Office 365:

Recursos de Mobilidade de Acessibilidade da Microsoft

Recursos de audição de acessibilidade da Microsoft

Recursos de saúde mental de acessibilidade da Microsoft

Recursos cognitivos de acessibilidade da Microsoft

Recursos da Visão de Acessibilidade da Microsoft

Recursos de fala de acessibilidade da Microsoft

Através destes recursos, as pessoas em casa, na escola e no trabalho têm autonomia para fazer mais com os recursos de acessibilidade integrados nas tecnologias da Microsoft.

Confira a lista de reprodução no Youtube que a Microsoft preparou para explicar mais sobre os recursos que oferecem acessibilidade a milhões de pessoas – seja para uso pessoal, na educação ou profissional.

Fonte: Microsoft

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