Dia Mundial da Síndrome de Down

porDesenvolver

Dia Mundial da Síndrome de Down

Esta data proposta pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, pois se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21.
A primeira comemoração da data foi em 2006 e tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, o seu bem-estar e a inclusão das pessoas com Down na sociedade.
 
A síndrome de Down não é uma doença, mas sim uma mutação do material genético humano.
 
Se você é pai ou mãe de uma pessoa com síndrome de Down, o mais importante é descobrir que seu filho pode alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia. Ele é capaz de sentir, amar, aprender, se divertir e trabalhar.
 
O ❤️ não conta cromossomo!!!
 
Conheça a Afad Porto Alegre, Associação dos Familiares e Amigos do Down de Porto Alegre, nossos parceiros de longa data.
 

Assista ao EP1 da websérie Diálogos Inclusivos com a participação de associados da AFAD Porto Alegre: 

Como ocorre a trissomia?

Os cromossomos carregam milhares de genes, que determinam todas as nossas características. Desses cromossomos, 44 são denominados regulares e formam pares (de 1 a 22). Os outros dois constituem o par de cromossomos sexuais – chamados XX no caso das meninas e XY no caso dos meninos. O que ocorre, então, para um bebê apresentar 47 cromossomos, em vez de 46, e ter síndrome de Down?

Por alguma razão que ainda não foi cientificamente explicada, ou o óvulo feminino ou o espermatozoide masculino apresentam 24 cromossomos no lugar de 23, ou seja, um cromossomo a mais. Ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária, somam 47. Esse cromossomo extra aparece no par número 21. Por isso a síndrome de Down também é chamada de trissomia do 21. A síndrome é a ocorrência genética mais comum que existe, acontecendo em cerca de um a cada 700 nascimentos, independentemente de raça, país, religião ou condição econômica da família. 


Vamos juntos na luta pela inclusão?

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